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Três mulheres poderosas refletem sobre como esse tênis icônico impactou suas vidas.
O Nike Cortez, lançado oficialmente em 1972, representa muitas coisas: um exemplo brilhante do esforço de Bill Bowerman, co-fundador da Nike, em aprimorar os equipamentos para os corredores, o primeiro Nike a oferecer tecnologia visível e um cativante ícone de cultura pop.
Ao longo dos anos, o tênis influenciou corredores campeões, conquistou as telas dos cinemas (venceu nada menos do que um Oscar de melhor filme em 1994), e tornou-se uma referência de estilo de rua hip-hop da costa oeste norte americana.
"O Cortez é um tênis icônico que remete ao meu começo no esporte. O tênis me permitiu ter a confiança e o apoio necessários para explorar o meu potencial máximo como uma jovem atleta aspirante", lembra Joan Benoit Samuelson, medalha de ouro da primeira Maratona Feminina Olímpica nos Jogos de 1984 de Los Angeles.
A primeira versão verdadeiramente feminina do tênis, o Senorita Cortez, chegou ao mercado dois anos depois, em 1974. A estética e o desempenho mantiveram os diferenciais do modelo inicial, e ao longo dos anos 70 gozou de status como o tênis mais vendido da Nike. Em 1977, o Nike Cortez chegou às salas de estar nos Estados Unidos através da televisão, ajudando a solidificar o status de ícone entre as mulheres nos EUA e além.
O Cortez combinou bem com high e low fashion e misturou-se com diversas tendências. Como prova e para comemorar o aniversário de 45 anos do Cortez, três entusiastas compartilham sua opinião sobre o ícone.

ANDREA LIEBERMAN, DIRETORA CRIATIVA E FUNDADORA DA A.L.C.
O Cortez é a minha memória mais antiga de um tênis - o clássico branco com Swoosh vermelho. Tudo começou quando eu estava chegando à vida adulta, na década de 80, em Nova York, começando a ficar obcecada por música, estilo de rua e moda. A obsessão tornou-se o meu trabalho, e o Cortez meu estilo. Ele representa o hip-hop de Nova York e também tem a Califórnia em seu cerne, e isso tem a ver com o DNA da A.L.C., e é por isso que eu escolhi estilizar o Cortez, temporada após temporada, para todas as nossas coleções.
ALEALI MAY, STYLIST
Meu pai me deu o primeiro par de Cortez quando eu tinha 7 ou 8 anos, comprado na Slauson Swap Meet, o preto com um Swoosh branco. Eles foram perfeitos porque eu tinha que usar uniforme na escola e a única maneira de conseguir me diferenciar era nos calçados.
Sempre gostei de sportswear porque minha família comprava tênis para mim. Eu era muito obcecada pela cultura hip-hop dos anos 80 e 90. Assistia a filmes ambientados em Los Angeles que levaram a nossa cultura para um mundo mais amplo. Era no meu bairro, então eu sinto como se isso tivesse sido parte da minha formação.
Eu sou de South Central, em Los Angeles, então tudo que eu me lembro é de todos no bairro usando
Cortez. Para mim, o Cortez é a cara de Los Angeles. Todo mundo de lá que curtia rap usava o Cortez. Isso deu início a um movimento, obviamente. Então foi isso que as crianças viram. E elas queriam também queriam se sentir “in”.

MADELINE POOLE, ARTISTA DE UNHAS E DESIGNER
Eu comecei a usar o Cortez depois que eu me mudei para Los Angeles e fui na Swap Meet (feira de trocas) com a estilista Camille Garmendia. E ela só usava o Cortez. Foi ela que me apresentou a ele, e todas as cores que ela tinha em sua coleção. Eu me pergunto, como eu me vestia sem eles antes? Meu par favorito é o tema Nai Ke China vermelho, branco e azul que eu usei até acabar, ele ficou completamente destruído, mas eu ainda os uso. Eu adoro quando algo clássico é remixado de uma forma que não fica imediatamente aparente, mas um pouco especial. Meu estilo pode variar do clássico ao muito excêntrico, e as coisas que eu uso podem abranger muitas décadas de influência. O Cortez é um dos únicos calçados que podem se parecer simultaneamente da década de 70, 80, 90 e atual.
O produto chega em Nike.com e lojas selecionadas no dia 29 de maio.

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